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22/11/2011

Estímulos sobre o Cérebro Primitivo.



Após termos dividido o cérebro em 3, sabemos que é o cérebro primitivo que toma a decisão que nos leva a  agir.

Este por sua vez é alvo de 6 estímulos:

1º Egocêntrico, revela o interesse ou a simpatia pelo que tem a ver directamente com o seu instinto de sobrevivência, o seu bem estar.

2º Contrastes, faz operações de comparação antes/depois, arriscado/seguro, com/sem, lento/rápido, etc . . .

Com estas operações de oposição, tomamos decisões, rapidamente e quase sem risco.
Quando este processo não acontece, estamos perante o adiamento da tomada de decisão.

3º Tangível, são as nossas ideias concretas, imutáveis, simples, como por exemplo, mais dinheiro, resolvido em 24h.

4º Inicio e Fim, considero que está aqui algo importantissimo. O conteúdo deve ser balizado por Inicio e Fim, estes dois pontos, são de extrema importância. A marca é colocada no Inicio e reforçada no Fim. O que estiver pelo meio, pouco retemos, excepto pormenores de forte interesse do que nos foi apresentado.

5º Visual, já ouvimos aquele velho chavão "uma imagem, vale mais que mil palavras", realmente é uma realidade, o nosso nervo óptico processa 25 vezes mais informação que o nervo óptico. Tem uma forte importância, no decisor.

6º Emocional, as Neuro Ciências demonstraram que uma emoção, desencadeia uma reacção química no cérebro, que vai ser a grande responsável e influenciadora, na forma como esta é processada e por sua vez memorizada.
Nós só memorizamos o resultado das emoções quimicamente processadas pelo cérebro.

Faz-se esta investigação toda, para conhecermos melhor a nossa persona. Podemos elaborar campanhas de marketing, mais eficientes e com custos e tempos de concretização de objectivos, mais céleres.

01/11/2011

Neuro Marketing - 3 Cérebros. . .1 Decisor.

O Neuro Marketing, tem vindo a aprofundar o que nos leva a dizer SIM, quando tomamos uma decisão de compra. 
Para tal, realizaram-se estudos, dos quais surge a divisão do cérebro em 3:

- Cérebro racional.
Pensa, processa os dados racionais.

- Cérebro intuitivo.
Sente, processa emoções e sentimentos profundos.

- Cérebro primitivo.
Decide, considera e analisa a informação proveniente dos outros dois.
Após uma conjugação de factores, toma a decisão.

O que acontece na generalidade connosco é:

1º Tomamos decisões de forma emocional.

2º Tomamos decisões de forma racional.

3º Agora o cérebro primitivo, toma a decisão final.

Muitas vezes, vemos-nos na encruzilhada e estar a desencadear, um processo que justifique de forma racional, as nossas decisões, sabendo que foram mais pelo emocional.

Já alguém comprou um produto que não lhe fosse agradável?
Óbvio que não!

Mas, ás vezes compramos algo que não é prioritário ou nem nos faz falta. Mas logo a seguir tentamos justificar que foi uma boa aquisição.

27/03/2011

Neuro Marketing.


Nos dias de hoje o marketing vê-se perante o desafio da relação entre o racional e o emocional do comportamento do consumidor.

Aqui, através da neurociência, adaptada ao marketing, aparece um novo conceito, Neuromarketing.

Estudando os factores cognitivos, podemos obter informações do subconscientes do consumidor, vamos poder desenvolver procedimentos de medição e análise para as respostas emitidas pelo cérebro sobre a vida real.

Neste sentido vamos ter acesso a informação vital sobre os desejos e necessidades dos consumidores. Vamos ter produtos e serviços mais inovadores e mais envolventes para os consumidores.

Também não constitui novidade que um dos papéis do marketing é influenciar o consumidor, nas suas escolhas no mercado. 

O consumidor actual está muito bem informado, tomam as suas decisões com base no emocional. Temos que ter em conta que a decisão primeiro é emocional e só depois é racional, este é o ciclo que processamento da informação no nosso cérebro. O nosso cérebro, tem que processar o racional, como forma justificativa do que foi decidido, ao nível do emocional.

Os produtos/serviços serão mais atractivos ao sistema sensorial no futuro.

De acordo com indicadores internacionais, o Neuromarketing vai chegar à Europa um pouco mais tarde do que ao EUA, prende-se com a credibilização desta informação.

Software mais sofisticado vai ser desenvolvido, para proceder à análise dos dados recolhidos.

Ainda temos muito para investigar na neurociência para colocar ao serviço do marketing, tonar mais apetecível e agradável as acções de marketing, produtos e serviços mais envolventes.