Nos dias de hoje o marketing vê-se perante o desafio da relação entre o racional e o emocional do comportamento do consumidor.
Aqui, através da neurociência, adaptada ao marketing, aparece um novo conceito, Neuromarketing.
Estudando os factores cognitivos, podemos obter informações do subconscientes do consumidor, vamos poder desenvolver procedimentos de medição e análise para as respostas emitidas pelo cérebro sobre a vida real.
Neste sentido vamos ter acesso a informação vital sobre os desejos e necessidades dos consumidores. Vamos ter produtos e serviços mais inovadores e mais envolventes para os consumidores.
Também não constitui novidade que um dos papéis do marketing é influenciar o consumidor, nas suas escolhas no mercado.
O consumidor actual está muito bem informado, tomam as suas decisões com base no emocional. Temos que ter em conta que a decisão primeiro é emocional e só depois é racional, este é o ciclo que processamento da informação no nosso cérebro. O nosso cérebro, tem que processar o racional, como forma justificativa do que foi decidido, ao nível do emocional.
Os produtos/serviços serão mais atractivos ao sistema sensorial no futuro.
De acordo com indicadores internacionais, o Neuromarketing vai chegar à Europa um pouco mais tarde do que ao EUA, prende-se com a credibilização desta informação.
Software mais sofisticado vai ser desenvolvido, para proceder à análise dos dados recolhidos.
Ainda temos muito para investigar na neurociência para colocar ao serviço do marketing, tonar mais apetecível e agradável as acções de marketing, produtos e serviços mais envolventes.
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